“Por que não investigam o Instituto FHC como o Instituto Lula?”, questiona Bob Fernandes

Temer & CIA venderam por R$ 3 bilhões três áreas de petróleo do pré-sal. Venderam, e para competidores, o futuro pós 2022. Para norte-americanos da Esso, da Chevron em parceria com a anglo-holandesa Sheel. E para a norueguesa Equinor.


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Defesa de Lula pede inclusão de emails de FHC a Odebrecht em processo

Em uma petição encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), os advogados do ex-presidente Lula solicitam que e-mails enviados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao empresário Marcelo Odebrecht sejam incluídos num processo contra o petista referente ao Instituto Lula.


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Apartamento de Paris usado por FHC x triplex do Guarujá nunca usado por Lula

Por Joaquim de Carvalho – A divulgação das imagens do triplex do Guarujá atribuído por Sergio Moro a Lula revela mais do que a pobreza da sentença que levou o ex-presidente à prisão. Mostra como Lula é tratado em comparação ao presidente que o antecedeu, FHC.


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Mensalão do PSDB está perto de prescrever e ninguém foi preso e nem será

Após sucessivos engavetamentos, o processo do chamado Mensalão do PSDB pode entrar na pauta do STF neste semestre. Ainda assim, é grande o risco de os crimes prescreverem antes que o julgamento seja concluído.


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Comparando os números do Brasil de 2002 ao de 2013

Com este quadro é possível ter argumentos baseados em dados, com fontes seguras e oficiais (especificadas ao final), para realizar uma análise sobre a realidade brasileira em um curto período e assim conseguir fazer uma comparação entre os governos Lula e Dilma e os anteriores.


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O único crime político hediondo no Brasil é a “pedalada fiscal”. Todos os outros são permitidos

O título e a reflexão abaixo é inspirado em um tweet de Paulo Coelho que você pode ver aqui.

Desde que Mário Covas chegou ao governo paulista, o PSDB botou o pé no erário e não largou mais. No Governo FHC, as mutretas eram tantas e públicas que cita-las todas levaria pelo menos 45 anos.


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A história do juiz Sergio Moro com o doleiro Alberto Youssef abafada pela mídia

Os dois são paranaenses, quarentões. Sérgio Moro de Maringá, Alberto Youssef de Londrina. O primeiro vem de uma família de classe média alta, filho de professor universitário, formou-se cedo em direito, fez pós-graduação, tornou-se juiz federal, estudou no exterior. O segundo, o Youssef não teve a mesma sorte. Filho de imigrantes libaneses pobres, aos nove anos já vendia pastéis nas ruas de Londrina. Muito esperto, ainda guri, pré-adolescente, já era um ativo sacoleiro.


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Com Temer, dívida pública deverá ultrapassar 80%, superando recorde do governo FHC

FHC pegou o Brasil com uma dívida pública de 34% do PIB. Doou metade do patrimônio público sob a alcunha de “privatização”. Duplicou a dívida externa. Quebrou o país três vezes, precisando recorrer ao FMI. Entregou o país a Lula sem reservas e devendo 76% do PIB. Já a dívida líquida, que leva em conta os créditos (e não só os débitos) do governo e ele recebeu em 29,5%, deixou em 60,4% do PIB.


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Presidentes da França e da Suécia serão testemunhas de defesa de Lula contra Moro

Três ex-presidentes e dois atuais mandatários das repúblicas de Brasil, França e Suécia servirão de testemunha de Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processo movido contra ele no âmbito da Operação Zelotes, na Justiça Federal de Brasília. São eles: Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff, Stefan Löfven (Suécia), François Hollande e Nicolas Sarkozy (França).


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Caso Banestado: Senador Requião relembra maior roubo do Brasil

O senador Roberto Requião fez um duro pronunciamento sobre a mãe de todas as corrupções.


Não foi mensalão, não foi petrolão.

Foi o Banestado.

(Na época, a imprensa não dava apelido com “ão”, não fazia infográficos, charges, não fazia campanha).

Os desvios chegaram a mais de US$ 124 bilhões, ou quase R$ 500 bilhões.

Calculem aí quem souber o quanto isso significaria hoje, contabilizando a inflação.

O próprio Requião lembra que o valor correspondia a bem mais do que as reservas internacionais do Brasil.

É um escândalo totalmente tucano, mas nenhum tucano foi preso.

O juiz do caso foi Sergio Moro, alguns procuradores eram os mesmos da Lava Jato. Não fizeram nada.

Moro soltou Youssef, o principal doleiro do escândalo, e Youssef voltou a roubar.

Discurso de Roberto Requião.

Senhoras e senhores senadores,

Quero aproveitar hoje esse clima justiceiro que faz arder em santa ira os corações dos que levantam as bandeiras do civismo e da luta contra a corrupção, para lembrar o maior escândalo, o escândalo-mãe de todas as vergonhas e malfeitos recentes.

Vou relembrar aqui o caso Banestado, devassa feita entre os anos 1966 e 2002, época em que, como se sabe, o hoje tão indigitado partido dos trabalhadores era oposição. E o PSDB, PMDB, PTB, PFL, agora DEM, eram governo.

A investigação do caso Banestado, intitulada no âmbito policial de ‘Operação Macuco’, foi a maior investigação criminal do país de todos os tempos, e a precursora de outras grandes operações que se sucederam nas gestões dos presidentes lula e Dilma.

O caso Banestado começou na delegacia da Polícia Federal de foz do Iguaçu, para apurar o uso irregular das contas CC5 do banco, conforme menção do relatório final da CPI dos Precatórios, tendo, à época, contado com o entusiasmo e a colaboração do procurador da República Celso Três.